Já é tarde tenho medo de tudo e todos,
pois vejo a solidão me seguindo passo a passo,
A escuridão me sufoca pouco a pouco,
tenho medo até de mim, pois não sei as loucuras que farei no minuto seguinte.
Mas apesar de tudo eu sou um covarde de não dizer que o meu maior medo é perder você.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Responsáveis pela existência
Criaram barreiras, criaram limites
E nas mesmas paredes
Eu espero,me esqueço
Me perco
Faço de todo amor histórias tristes
E permaneço
Perdoo sinto
Me reparo,Me encaro
Pode ser que o mau seja bom
Só uma folga
Uma alucinação futura
Vontades soltas dentro de entranhas,corredores escuros
prontas a desabar ou se libertar
mas criaram limites.
Entender sempre foi uma solução
mesmo que mesmice.
entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.
Pais são os personagens mais dificeis de entender.
E nas mesmas paredes
Eu espero,me esqueço
Me perco
Faço de todo amor histórias tristes
E permaneço
Perdoo sinto
Me reparo,Me encaro
Pode ser que o mau seja bom
Só uma folga
Uma alucinação futura
Vontades soltas dentro de entranhas,corredores escuros
prontas a desabar ou se libertar
mas criaram limites.
Entender sempre foi uma solução
mesmo que mesmice.
entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.entender.
Pais são os personagens mais dificeis de entender.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Mais apagada do que gorila
Foi hoje que eu vi um romance entre um gorila e a mocinha bonita.Desde então estou me sentindo tocada pelo amor. Romântica como nunca, não vejo nem mesmo as linhas em que escrevo. Escrevo de maneira desordenada e sem um motivo para isso.
Encontro-me sob luz de velas , sentindo-me inspirada e ousada o suficiente para escrever tamanhas tolices A luz de velas, por não ter outra opção.Escrevendo, por já ter comprovado de que literalmente "não brinca-se com fogo". Além de existir algo sobrenatural em que me impulsiona a escrever no escuro.
Apagão, está é a atual realidade , não sei até aonde vai essa escuridão , e nem até quando vai durar. Só sei que a um tempo que não vejo luz, a não ser a gerada pelo simples e primordial elemento natural: Fogo.E esse é o momento propício para relembrar a revolução que tal causou quando descoberto,além de termos como perceptível o fato de que mesmo as melhores e mais inteligentes invenções humanas, hoje já utilizadas por todos; Falham e que a solução para tal falhas baseia-se em fatores naturais como no caso , o fogo.
[momento sociólogo]Quer dizer, mesmo em um mundo muito tão super tecnológicamente evoluido , ainda existem aqueles que não tem acesso a energia elétrica e passam todos os dias "a luz de velas".[/momento sociólogo]
E agora eu concluo que só são nas simples e inacabáveis quedas de luz , que relembro de todas essas maravilhas como o romance entre o gorila e a mocinha , ou até mesmo " a hora de dizer tchau" dos teletubbies. Além de despertar uma vontade imensa de correr em torno de mim mesma gritando no jardim.
Encontro-me sob luz de velas , sentindo-me inspirada e ousada o suficiente para escrever tamanhas tolices A luz de velas, por não ter outra opção.Escrevendo, por já ter comprovado de que literalmente "não brinca-se com fogo". Além de existir algo sobrenatural em que me impulsiona a escrever no escuro.
Apagão, está é a atual realidade , não sei até aonde vai essa escuridão , e nem até quando vai durar. Só sei que a um tempo que não vejo luz, a não ser a gerada pelo simples e primordial elemento natural: Fogo.E esse é o momento propício para relembrar a revolução que tal causou quando descoberto,além de termos como perceptível o fato de que mesmo as melhores e mais inteligentes invenções humanas, hoje já utilizadas por todos; Falham e que a solução para tal falhas baseia-se em fatores naturais como no caso , o fogo.
[momento sociólogo]Quer dizer, mesmo em um mundo muito tão super tecnológicamente evoluido , ainda existem aqueles que não tem acesso a energia elétrica e passam todos os dias "a luz de velas".[/momento sociólogo]
E agora eu concluo que só são nas simples e inacabáveis quedas de luz , que relembro de todas essas maravilhas como o romance entre o gorila e a mocinha , ou até mesmo " a hora de dizer tchau" dos teletubbies. Além de despertar uma vontade imensa de correr em torno de mim mesma gritando no jardim.
domingo, 15 de novembro de 2009
Se não tomo água morro
Se fico em meio a água me afundo e morro denovo
Tomo banho com água,banho com água de chuva
A chuva existe com água,
vem do céu, e se cavar mais fundo vem da terra.
se estiver abaixo do zero consigo pegar
se estiver muito acima só vejo evaporar
e como ela sobe
ela desce rio abaixo
se para é poça
lago ou lagoa?
espirra,
corre e para.
fica parada.
parada até o mosquito se desenhar e sem afundar.
insípida forma um caminho,
inodora não deixa rastros de onde mora,
pode se transformar, mudar, vai de um jeito e volta de outro
não muda quem é,uma fantasia ,seja o que for
mas na verdade ela é incolor.

Me deu sede de escrever.
Se fico em meio a água me afundo e morro denovo
Tomo banho com água,banho com água de chuva
A chuva existe com água,
vem do céu, e se cavar mais fundo vem da terra.
se estiver abaixo do zero consigo pegar
se estiver muito acima só vejo evaporar
e como ela sobe
ela desce rio abaixo
se para é poça
lago ou lagoa?
espirra,
corre e para.
fica parada.
parada até o mosquito se desenhar e sem afundar.
insípida forma um caminho,
inodora não deixa rastros de onde mora,
pode se transformar, mudar, vai de um jeito e volta de outro
não muda quem é,uma fantasia ,seja o que for
mas na verdade ela é incolor.

Me deu sede de escrever.
terça-feira, 10 de novembro de 2009

Em um segundo não mais existiu,
Mente vazia e uma dor repentina.
E quando retornaram as primeiras letras,
Não mais vazias,
Já sabia o que fazer.
Enalteço, não me esqueço,alivio
vai ser diferente,não ruim,
recompensativo.
Um melhor proveito de valor maior cada
Pedaço do que se contituir.
Exprimir a figura de plena autenticidade ,
leva o leve,
de tudo, é a gentileza.
O cheiro de mato volta a se espalhar,
na pele
ao contorno do olho
no tom
vermelho terra do fim do queixo.
Que bom que você não se foi.
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